Numa noite de banquete de recriação histórica, os convivas erguem os olhos para a parede do grande salão: ali vela um javali celta, esculpido à mão em madeira de tília. Este relevo de detalhes complexos traz o espírito da Gália antiga para a divisão, e o olhar demora-se em cada traço do animal antes de regressar à mesa.
O javali, símbolo de força e coragem, capta a essência da arte celta. Fixado num hall de entrada, por cima de uma lareira ou num gabinete de curiosidades, confere uma elegância intemporal à sua decoração e dá o tom a um interior inspirado em tempos antigos, sem que seja necessária qualquer palavra.
O relevo basta-se a si próprio: a madeira de tília trabalhada à mão oferece ao olhar as curvas do animal, e a escultura mantém-se fiel ao espírito celta que a inspirou, para uma presença discreta mas marcante no dia a dia.





